FITNESS x RECICLAGEM

Vivemos em um tempo no qual as pessoas buscam cada vez mais por BEM-ESTAR, QUALIDADE DE VIDA e LONGEVIDADE. Além da procura por uma alimentação mais sadia, a PRÁTICA DE EXERCÍCIOS visando uma vida mais saudável atinge desde os mais novos até os mais idosos. Para se ter ideia, um estudo feito pelo Ministério da Saúde apontou um CRESCIMENTO DE 24% no número de praticantes de atividades físicas no Brasil nos últimos 11 anos e os dados globais mostram que a tendência é a mesma em outros países.

Essa é uma excelente notícia para o MERCADO FITNESS, uma vez que mais adeptos estarão CONSUMINDO serviços como academias e personal trainers e produtos como suplementos alimentares e MODA ESPORTIVA. Em relação às roupas, a demanda por PEÇAS MAIS CONFORTÁVEIS e resistentes usadas durante a atividade física faz com que a indústria têxtil busque soluções adequadas ao gosto dos praticantes de exercícios físicos.

E o material escolhido pelo setor têxtil para a confecção dessas roupas é o POLIÉSTER.

MAS O QUE É O POLIÉSTER?

O que chamamos de poliéster é, na verdade, um POLÍMERO PLÁSTICO chamado polietileno tereftalato, popularmente abreviado como PET. ISSO MESMO! Você não leu errado! As fibras de poliéster utilizadas na confecção de grande parte dos tecidos são feitas do mesmo tipo de plástico que as garrafas de água e refrigerante.

Normalmente, o plástico PET, tanto para a indústria têxtil quanto para a de embalagens de bebida, é produzido a partir de determinadas frações do PETRÓLEO, o que acaba causando um grande IMPACTO SOCIOAMBIENTAL: começando pela extração do petróleo, passando pelo seu processamento para a obtenção do plástico e terminando com o descarte dos produtos pós-consumo feitos de PET. Para se ter ideia, só a INDÚSTRIA TÊXTIL absorve cerca de 65% da PRODUÇÃO MUNDIAL DE PET.

Visando combater os danos causados por sua operação, a indústria da moda vem buscando por alternativas de matéria-prima que sejam ambientalmente corretas em termos de procedência. Uma boa notícia é que as próprias garrafas PET de água e refrigerante podem ser recicladas para a produção de fibras têxteis de poliéster, o que diminui muito o impacto que o descarte desses materiais tem sobre a natureza.

Entretanto, as roupas de poliéster não são constituídas somente por este tipo de material. Na verdade, na grande maioria delas há a presença de lã, seda, algodão e ELASTANO, este último MUITO UTILIZADO no segmento fitness para a produção de calças leggings. E é essa mistura de materiais que cria um grande PROBLEMA AMBIENTAL em relação ao DESCARTE DE ROUPAS FITNESS e as aparas produzidas durante sua confecção.

ROUPAS FITNESS X RECICLAGEM

A reciclagem de roupas de poliéster é uma atividade econômica que poderia facilmente se incorporar de forma importante às políticas ambientais. Infelizmente, por seu tempo de vida útil ser bem maior quando comparado ao das garrafas PET, ainda há pouca informação e divulgação sobre seu descarte, mas estima-se que milhões de toneladas sejam jogadas fora anualmente.

Apesar da constituição desses tecidos ser, em maior parte, feita de poliéster (plástico PET), a MISTURA COM OUTROS TECIDOS IMPOSSIBILITA utilizar a mesma tecnologia de RECICLAGEM das garrafas de água e refrigerante. Assim, o poliéster não consegue ser separado e tem seu ciclo de reinserção na indústria PET interrompido, com os lixões e aterros sanitários sendo o principal destino desses materiais. E, uma vez que não se decompõem, esses resíduos sintéticos acabam contribuindo para o aumento dos problemas socioambientais ocasionados pelo lixo plástico.

Sabendo dessas dificuldades, a taggat desenvolve seu PRÓPRIO SISTEMA DE RECICLAGEM capaz de reaproveitar QUALQUER TIPO DE ROUPA DESCARTADA composta de POLIÉSTER MISTURADO A OUTRAS FIBRAS E TECIDOS. Essa tecnologia permite obter a matéria-prima idêntica àquela utilizada para a produção do plástico PET virgem, ou seja, sem que haja perda de qualidade do material precursor após o processo. Além disso, a tecnologia desenvolvida pela taggat DIMINUI OS CUSTOS em ENERGIA e consumo de ÁGUA e reduz o impacto na natureza ao utilizar MÉTODOS e INSUMOS AMBIENTALMENTE CORRETOS.

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